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Dr Luis Eduardo Petlik



Diagnóstico
Basicamente consiste numa série de comportamentos que perturbam quem está próximo, com atividades perigosas e até mesmo ilegais. Esses jovens e crianças não se importam com os sentimentos dos outros nem apresentam sofrimento psíquico por atos moralmente reprováveis. Assim o comportamento desses pacientes apresenta maior impacto nos outros do que nos próprios. O transtorno de conduta é uma espécie de personalidade anti-social na juventude. Como a personalidade não está completa, antes dos dezoito anos não se pode dar o diagnóstico de personalidade patológica para menores, mas a correspondência que existe entre a personalidade anti-social e o transtorno de conduta é muito próxima.
Certos comportamentos como mentir ou matar aula podem ocorrer em qualquer criança sem que isso signifique desvios do comportamento, contudo a partir de certos limites pode significar. Para se diferenciar o comportamento desviante do normal é necessário verificar a presença de outras características e comportamentos desviantes, a permanência deles ao longo do tempo. Além das circunstâncias em que o comportamento se dá, as companhias, o ambiente familiar, os valores e exemplos que são transmitidos devem ser avaliados para o diagnóstico. O transtorno de conduta é freqüente na infância e um dos maiores motivos de encaminhamento a psiquiatria infantil.


Característica
na juventude. Como a personalidade não está completa, antes dos dezoito anos não se pode dar o diagnóstico de personalidade patológica para menores, mas a correspondência que existe entre a personalidade anti-social e o transtorno de conduta é muito próxima.
Certos comportamentos como mentir ou matar aula podem ocorrer em qualquer criança sem que isso signifique desvios do comportamento, contudo a partir de certos limites pode significar. Para se diferenciar o comportamento desviante do normal é necessário verificar a presença de outras características e comportamentos desviantes, a permanência deles ao longo do tempo. Além das circunstâncias em que o comportamento se dá, as companhias, o ambiente familiar, os valores e exemplos que são transmitidos devem ser avaliados para o diagnóstico. O transtorno de conduta é freqüente na infância e um dos maiores motivos de encaminhamento a psiquiatria infantil.


Curso
Tem sido observada uma tendência a se tratar de um problema duradouro que inicia na infância podendo chegar à idade adulta. Como é um transtorno relativamente novo não se pode afirmar cientificamente que durará a vida toda. Por enquanto tem se verificado que quanto mais precoce o início, maior a gravidade e tendência a durar ao longo da vida. Os sintomas mais leves como mentiras, falta às aulas podem preceder comportamentos mais graves como agressões físicas ou abuso de drogas. O desinteresse escolar e o próprio comportamento desviante levam ao fracasso acadêmico, tornando o futuro dessas crianças ou adolescentes mais limitado. O encontro com outras pessoas com o mesmo perfil pode ocasionar na formação de gangues, o que significa um primeiro passo na direção de atividades ilegais em grupo. Nesse caso as companhias podem precipitar as atividades delinqüentes.
Alguns eventos da vida favorecem a permanência do comportamento desviante, outros o atenuam. O ambiente escolar tanto pode incentivar como inibir, dependendo de suas características. Constata-se que uma boa escola faz diferença para a educação e formação dos adolescentes e crianças. Igualmente o suporte familiar e o envolvimento afetivo. A identificação com uma pessoa de boa índole tanto pode atenuar o comportamento como precipitar e aprofundar um comportamento patológico quando o parceiro afetivo age nesse sentido.
Um ciclo vicioso entre gerações é observado no ambiente anti-social do transtorno de conduta. Filhos de pais anti-sociais tendem a ser anti-sociais que por sua vez tendem a educar filhos anti-sociais perpetuando o ciclo. Não há evidências suficientes para se afirmar que esse problema seja mais genético do que ambiental, ou o contrário. Os estudo mostram influência genética, mas isso apenas não é suficiente para fazer surgir o transtorno de conduta.




Comorbidade
As crianças e adolescentes com transtorno de conduta apresentam também mais do que outras pessoas na mesma faixa etária, incidência de transtornos mentais. O mais freqüente é o déficit de atenção com hiperatividade, estando presente em aproximadamente 43% dos casos, os transtornos de ansiedade e obsessivo-compulsivos em 33% dos casos. O abuso de substâncias psicoativas também é mais elevado dentre os adolescentes com transtorno de conduta.




Tratamento
Os tratamentos citados na literatura não apresentam respostas satisfatórias, mas alguma melhora do comportamento é possível de ser obtida com uma intervenção em diferentes áreas. Psicoterapia individual, uso de medicação para os sintomas mais proeminentes, psicoterapia familiar, orientação de pais, treinamento dos envolvidos no trato direto como os professores. Abordagens isoladas como psicoterapia individual dificilmente surtirão algum benefício.

http://www.psicosite.com.br/tra/inf/conduta.htm
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COMO SUPERVISOR DA  Organização Casa de Isabel (Centro de Apoio à Mulher, à Criança e ao Adolescente Vítima de Violência Doméstica e Situação de Risco) - DISPONIBILIZAMOS ATENDIMENTO GRATUITO A TODOS QUE NECESSITEM
 
http://www.redededefesadedireitos.com.br/assistencia-juridica/casa-de-isabel-centro-de-apoio-a-mulher-a-crianca-e-adolescente-vitimas-de-violencia-domestica-e-situacao-de-risco/
 
Por Andrea Ramos:‎
25 de Novembro:Dia Internacional da Não Violência Contra as Mulheres.

Eu acabei fazendo um texto meio feminista agora há pouco,defendendo o nosso direito ao prazer,defendendo o direito de sermos como somos de verdade,sem ter a obrigação absurda de passarmos por dietas malucas ou cirurgias plásticas arriscadas,só para ter o direito de ser amada com qualidade.
Acho super importante mesmo e quem puder que passe adiante,por favor.
Mas esse assunto aqui é mais complexo,envolve agressão,desrespeito,desamor,humilhação,medo e muitas vezes morte.
...
Já passou da hora de ser implantada uma política de defesa das mulheres que sofrem agressões,tanto físicas quanto psicológicas.
Na minha humilde opinião,a agressão psicológica,os insultos,as humilhações,o desrespeito,me soa pior,mais doloroso do que a própria agressão física.
Digo isso porque acredito que uma agressão velada é muito mais difícil de ser combatida.
A mulher que é agredida verbalmente,que é humilhada dentro de casa pelo companheiro,muitas vezes acaba se acostumando à situação e pior,acaba acreditando que aquilo tudo que ouve é verdade,perdendo assim seu amor próprio e ficando com uma baixíssima auto estima.
Isso é muito preocupante meninas,muito,é preciso prestar atenção no comportamento do companheiro,antes que uma situação dessa se instale.
E é nosso dever moral prestar atenção àquelas que nos cercam,mães,irmãs,primas,amigas,vizinhas,estejam atentas,aconselhem,tentem mostrar o caminho,façam com que elas percebam que o abuso e agressão do companheiro só tende a aumentar e o risco de acabarem morrendo nas mãos desses homens é eminente.
Repassem essas idéias,qto mais falarmos sobre o assunto,mais vítimas de agressão poderão ser ajudadas.
Vá até sua página,compartilhe uma figura legal,uma foto interessante,um desenho,enfim,o que vc encontrar por aí e monte seu texto em defesa das mulheres vítimas da violência doméstica.
Uma avisa a outra e compartilhamos esses textos.
Além de ajudar a promover esse momento de consciência,poderemos saber o que cada uma tem a dizer sobre o assunto.
O lance vai se espalhar com certeza,vai ser muito legal e nós,com um simples texto,com uma simples declaração daquilo que pensamos e sentimos,podemos dar início aí à CORRENTE DO BEM!
É um convite apenas,mas vou ficar muito feliz ao ver as poderosas daqui participando.
Obrigada chéries!!!!
Beijos.
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25 de Novembro: Dia Internacional da Não Violência Contra as Mulheres.
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Em breve, pacientes diagnosticados com câncer podem não ter mais que temer o risco de tumores se espalharem pelo corpo. Cientistas do Centro Médico Pacífico da Califórnia, em São Francisco, acreditam ter descoberto uma forma de impedir a metástase, que consiste em uma das principais causas da morte de pessoas com a doença.
A substância “milagrosa” é o Cannabidiol ou CBD, um composto derivado da maconha que não possui efeito psicoativo. Os microbiologistas Sean McAllister e Pierre Desprez aplicaram o CBD em células com alta concentração do ID-1, gene cancerígeno responsável pela metástase, e o processo de reprodução celular voltou ao normal.
“O que descobrimos foi que o Cannabidiol pode desativar esse gene”, explicou Desprez ao jornal norte-americano Huffington Post. As células pararam de se difundir e imigrar para outros tecidos.

Os pesquisadores publicaram a descoberta em 2007 e, agora, preparam a divulgação de um estudo ainda mais aprofundado sobre o assunto e que pode revolucionar o tratamento do câncer. Nesta nova etapa, os testes foram realizados em células de laboratório de diversos tipos da doença e em animais.
“Nós começamos pesquisando câncer de mama. Mas atualmente descobrimos que o Cannabidiol também funciona com outros tipos de câncer agressivo – cerebral, na próstata – em qualquer tipo que o gene ID-1 esteja presente em alto nível”, disse Desprez ao Huffington Post.
Os resultados obtidos foram extremamente positivos e a dupla se prepara para iniciar a pesquisa com humanos. “Os dados dos ensaios pré-clínicos são muito fortes, e não há nenhuma toxicidade. Há realmente uma série de pesquisas para serem feitas e deixar as pessoas animadas”, comemorou McAllister ao jornal norte-americano San Francisco Chronicle.
Usuários da maconha podem estar contentes com a descoberta, mas devem saber que o tratamento não será tão simples quanto acender a um cigarro da erva. Desprez explicou que, para evitar que as células cancerígenas se espalhem, os pacientes precisam de uma dose alta de Cannabidiol que não é encontrada na composição natural da Cannabis sativa.
“Nós usamos injeções nos testes com os animais e também estamos testando pílulas”, disse ele. “Mas você nunca poderia ter o suficiente Cannabidiol para a cura ser eficaz apenas fumando maconha”, acrescentou.
Outros estudos
Não é a primeira vez que um estudo aponta efeitos benéficos da Cannabis sativa no tratamento do câncer. Além de o Cannabidiol ser utilizado para acalmar e evitar o enjoo em pacientes submetidos à quimioterapia, outras pesquisas revelaram que a substância psicoativa da maconha pode matar células cancerígenas.
Em 2006, equipe de cientistas espanhóis coordenada por Manuel Guzman conduziu o primeiro teste clínico da ação do THC (tetrahidrocanabinol) em pacientes internados com câncer no cérebro. Os pesquisadores introduziram a substância pura nos tumores de nove pessoas, que não haviam respondido aos tratamentos convencionais de cura do câncer. Em todos os casos, o THC conseguiu reduzir a proliferação das células cancerígenas.
Na mesma época, cientistas da Universidade de Harvard reportaram que tumores malignos no pulmão diminuem seu crescimento se expostos ao elemento psicoativo da maconha. “O THC reduz significantemente a habilidade do câncer se espalhar”, afirmou em relatório o grupo citado pela revista norte-americana Daily Beast.
Em contraposição às práticas de quimioterapia e radioterapia, as substâncias derivadas da maconha não danificam o corpo dos pacientes, atuando apenas nas células cancerígenas.

http://www.tudosobreplantas.com.br/blog/index.php/cannabis/cientistas-norte-americanos-descobriram-que-cannabidiol-impede-metastase-de-celulas-cancerigenas/#more-5449

 

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O Grupo Qualidade Vida, que atua na Unidade Básica de Saúde do bairro Jardim Maria Luiza, em Araraquara, está completando um ano de ações complementares no tratamento em saúde mental.

As ações terapêuticas desenvolvidas com pacientes em tratamento de depressão, ansiedade, álcool e outras drogas, além de distúrbios de comportamento e emoções, são desenvolvidas às quartas-feiras, no período da tarde.

São palestras com especialistas sobre o assunto que têm participação de estagiários do curso de Medicina da Uniara e de funcionários da UBS.

Após as palestras, os membros dão seus depoimentos no formato dos grupos Anônimos.

O Grupo Qualidade de Vida é inspirado em trabalho desenvolvido nos mesmos moldes há cerca de 11 anos na cidade de São Paulo. O médico de família e psiquiatra, Luís Eduardo Petlik, que é coordenador e fundador do grupo, falou ao programa Voz da Cidade sobre os objetivos das ações.

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